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Portugal é um dos mais fascinantes países do Mundo.
Tem um clima excelente, um povo simpático e educado e uma cultura secular, mescla de povos e religiões.
Os portugueses realizaram no Alentejo e no Algarve a melhor mistura entre cristãos e mouros.
Inventaram as mulatas e os mulatos, que dão fama ao Brasil.
E transformaram Portugal – em menos de quatro décadas depois da descolonização – de novo, numlugar de muitas e variegadas gentes, como dizia Fernão Lopes, por relação a Lisboa, no século XIV.
Portugal – e não apenas Lisboa – é um país de acolhimento, onde brasileiros, angolanos, moçambicanos, cabo-verdianos, santomenses, guinéus, timorenses, indianos e chineses se sentem como em suas casas, pelas relações que têm com o país.
Mas também há russos, ucranianos, romenos e turcos, que aqui pararam, à procura do finis terrae.
Toda a gente se sente bem em Portugal, terra de bom sol e de bom vinho, que olha Espanha como terra de onde não vem nem bom tempo, nem bom vento, nem bom casamento.
Os portugueses e os espanhóis são inimigos há mais de 800 anos – e não é pelo facto de um governo cobarde ter acabado com o feriado do 1º de dezembro que assim deixou de ser. Bastava manter a trégua (porque nunca se sabe quando pode voltar a guerra, cujo último incidente ainda está na memória) sem descurar o feriado, em benefício da paz.
Portugal, país secular, porta natural para a entrada do sul e do oeste no território da União Europeia – uma espécie de União Soviética capitalista, com todos os defeitos do sovietismo organizativo – tem vantagens fantásticas, por comparação às outras portas. A começar pelo sol, pelo clima, pelos bons vinhos, pela boa comida e pela cultura.
Podemos afirmar, sem dúvidas nem reservas, que Portugal é a melhor reserva cultural da Europa e, nesse sentido, um dos melhores lugares para viver na Europa.
Por isso, Portugal é procurado por jovens e idosos, que aqui se querem instalar, aproveitando o sol, o vinho e as virtudes.
Enquanto uns partem, acossados pela fome e  pela crise, outros regressam.
Uns, que são descendentes de portugueses, procuram as suas raízes e regressam para estudar em universidades portuguesas ou para acabar os seus dias, de forma repousante, num país calmo, com um sistema de saúde exemplar e com uma experiência acrescida relativamente aos problemas de pessoas na idade madura.
Outros, estrangeiros, buscam um lugar onde há paz e educação, para se fixarem e fixarem as suas famíllias, à entrada da Europa.
Outros, mais aventureiros, procuram um porto para descarregar as suas mercadorias para o grande mercado europeu.
O projeto Passaporte para Portugal congrega uma equipa que os ajudará a encontrar o que desejar  neste maravilhoso país.
A ideia do projeto nasceu à mesa, como nascem todas as grandes ideias. Numa mesa voltada para o mesmo rio Tejo, de onde partiram as caravelas que povoaram o mundos de portugueses e derivados de portugueses.
Tem que ser, por isso mesmo, uma ideia não só boa como genial.

Esperamos conseguir realizá-la.

Conte connosco para tudo o que precisar de realizar em Portugal.